Generative Engine Optimization (GEO) é o conjunto de práticas para uma marca ser citada em respostas de IA. Vale para ChatGPT, Perplexity, Google AI Overviews, Gemini e Claude. Em 2026, 41,5% das empresas dos EUA já usam GEO, segundo The CMO Survey. Este playbook para agências e marcas separa o que os estudos provaram do que o mercado repete sem evidência.
Em resumo
- No paper que criou o termo, citar fontes, aspas e estatísticas rendeu ganho relativo de 30% a 40% na visibilidade.
- O ChatGPT busca com parceiros como o Bing, o Perplexity usa índice próprio e o Google, o ranking da Busca.
- No Panorama da RD Station, 36% dizem que a empresa não otimiza a presença em LLMs; 23% não sabem.
- Em estudos da Ahrefs, 97% dos arquivos llms.txt não tiveram requisição, e adicionar schema não trouxe ganho relevante de citações.
- Em setembro de 2026, nenhuma das 8 páginas do topo para “o que é GEO” explicava a escolha de fontes.
O que é GEO (Generative Engine Optimization)?
GEO é a otimização de conteúdo e presença de marca para motores generativos. Esses sistemas buscam informação em várias fontes e geram uma resposta única, em vez de uma lista de links. O objetivo deixa de ser a primeira posição e passa a ser a inclusão na resposta, com nome ou link.
O termo nasceu no paper “GEO: Generative Engine Optimization”, de Pranjal Aggarwal e coautores de Princeton e do IIT Delhi. Os autores o publicaram no arXiv em 16 de novembro de 2023, e a KDD 2024 aceitou o trabalho.
A Semrush resume a mudança:
“Em GEO, você não compete para ranquear no topo dos resultados de busca; compete para fazer parte da resposta final.”
Alex Lindley, Semrush (2026)
Um modelo pode responder de memória, com o que aprendeu no treino, ou com busca ao vivo. GEO influencia diretamente a segunda situação. A primeira depende da presença histórica da marca na web. Ou seja, uma marca que não estava na internet quando o modelo foi treinado não existe na memória dele. Até o próximo treino, ela só aparece nas respostas do ChatGPT ou do Claude por um caminho. A IA precisa buscar o assunto na web e encontrar conteúdo com autoridade que cite a marca, no site dela ou em outras fontes.
GEO, SEO e AEO: qual é a diferença?
SEO otimiza para ranquear em uma lista de resultados. AEO otimiza para ser a resposta direta a uma pergunta. GEO otimiza para ser recuperado e citado dentro de uma resposta sintetizada por um modelo. As três compartilham a base técnica, mas diferem na unidade avaliada e na métrica de sucesso.
| Critério | SEO | AEO | GEO |
|---|---|---|---|
| Objetivo | Posição na lista de resultados | Ser a resposta direta | Ser fonte citada na resposta gerada |
| Unidade avaliada | Página e domínio | Trecho que responde à pergunta | Passagem recuperada pelo modelo |
| Sinal-chave | Autoridade, relevância, técnica | Resposta clara abaixo da pergunta | Fontes, estatísticas, aspas, clareza |
| Métrica | Posição, cliques, tráfego | Respostas conquistadas | Menções, citações, share of voice |
| Como o Google trata | Base de tudo | Sem posição oficial | “Ainda é SEO” |
A Ahrefs trata GEO, AEO e LLMO como sinônimos. O Google não adota GEO como disciplina própria. Seu guia afirma:
“Otimizar para busca com IA generativa é otimizar para a experiência de busca e, portanto, ainda é SEO.”
Google Search Central (2026)
Por que GEO importa em 2026?
GEO importa porque o brasileiro já pergunta às IAs antes de comprar. Segundo o estudo Prompt-me, da Fbiz, 46% dos brasileiros que usam IA pesquisam produtos ou serviços antes da compra. Segundo a OpenAI, o Brasil está entre os três maiores mercados do ChatGPT. Os brasileiros enviam cerca de 215 milhões de mensagens por dia.
O Google tem 87,5% do mercado de buscadores no Brasil, segundo o StatCounter. Os Google AI Overviews chegaram ao país em agosto de 2024. O AI Mode em português veio em setembro de 2025.
O consumidor alterna entre os canais. A Optimiza Marketing e a AB Pesquisas ouviram 1.000 consumidores em dezembro de 2025. Desses, 71% dizem validar no Google as respostas obtidas em IA.
Nos EUA, o Pew Research Center acompanhou 900 adultos em março de 2025. Quem viu um resumo de IA clicou em resultados tradicionais em 8% das visitas; sem o resumo, foram 15%.
A Seer Interactive analisou 3.119 termos de 42 organizações, de junho de 2024 a setembro de 2025. Nessa amostra, o CTR orgânico caiu 61% quando os Google AI Overviews apareciam. Marcas citadas nos Google AI Overviews tiveram 35% mais cliques orgânicos do que quando não eram citadas. Pela taxa de conversão, o visitante vindo de IA vale 4,4 vezes o da busca orgânica, segundo a Semrush.
Quantas empresas já fazem GEO?
Nos EUA, 41,5% das empresas já usam GEO, segundo The CMO Survey 2026. Entre líderes de marketing de grandes empresas americanas, 98% otimizam para busca por IA ou vão otimizar em 12 meses, segundo a Branch. A execução atrasa: numa pesquisa da Semrush com 481 profissionais, só 22% têm SEO e busca por IA totalmente integrados.
| Dado | Fonte | Amostra |
|---|---|---|
| 41,5% das empresas dos EUA já usam GEO | The CMO Survey 2026 (Duke) | 308 líderes de marketing, jan/2026 |
| 98% dos líderes de marketing de grandes empresas dos EUA dizem otimizar ou planejar otimizar em 12 meses | Branch | 300 líderes de marketing de empresas com 500+ funcionários, jan/2026 |
| 22% têm SEO e busca por IA totalmente integrados | Semrush | 481 profissionais de marketing, jun/2026 |
| 69% têm orçamento para busca por IA | SEOFOMO | 171 profissionais de busca, 36 países, ago/2026 |
| 70% querem liderar em IA; 30% sentem ter infraestrutura | Gartner 2026 CMO Spend Survey | 401 CMOs e profissionais de marketing (América do Norte, Europa e Reino Unido), jan-mar/2026 |
A Gartner vê o mesmo descompasso na IA de marketing em geral. Liderar em IA é meta de 70% dos CMOs, mas só 30% sentem ter infraestrutura.
Na SEOFOMO, quem tem orçamento para busca por IA passou de 38% em 2025 para 69% em 2026. Na mesma pesquisa, 51% veem algum impacto positivo, mas só 5% o chamam de significativo.
No Brasil, o dado vem do Panorama de Marketing e Vendas 2026, da RD Station. Ali, 36% dos respondentes dizem que a empresa não faz nenhuma ação para otimizar presença em LLMs. Outros 23% não sabem se fazem algo. As amostras diferem, então os números não se comparam aos dos EUA.
Como o ChatGPT, o Perplexity e o Google escolhem o que citar?
Os motores com busca recebem o prompt, decidem se precisam buscar e reescrevem o pedido em uma ou mais consultas. Depois recuperam páginas de um índice, selecionam passagens e geram a resposta com citações. O que muda por motor é o índice consultado e o robô que precisa de acesso.
| Motor | De onde vêm as páginas | Robô de busca a liberar | Robô ligado a treino |
|---|---|---|---|
| ChatGPT | Rastreador próprio e parceiros de busca, como o Bing | OAI-SearchBot | GPTBot |
| Perplexity | Índice próprio | PerplexityBot | O PerplexityBot não treina modelos |
| Google AI Overviews e AI Mode | Sistemas de ranqueamento da Busca | O mesmo da Busca; página indexada | Google-Extended, que não afeta a Busca |
| Gemini | Grounding com a Busca do Google | Não bloquear o Google-Extended, que controla o grounding nos apps Gemini e no Vertex AI | Google-Extended, o mesmo token |
| Claude | Busca web decidida a partir do prompt | Claude-SearchBot e Claude-User | ClaudeBot |
Segundo a documentação da Anthropic, na API do Claude cada citação da busca web traz até 150 caracteres do trecho citado. Por isso, vale escrever frases que se sustentem sozinhas.
ChatGPT
Para ser elegível, o site precisa liberar o OAI-SearchBot e aceitar os IPs publicados pela OpenAI. Quando usa parceiros de busca, o ChatGPT reescreve o pedido em consultas enviadas a eles. A Microsoft afirma que o Bing alimenta ferramentas de IA como o ChatGPT. Por isso vale estar bem indexado no Bing.
Perplexity
O Perplexity mantém crawler e índice próprios, com mais de 200 bilhões de URLs únicas, segundo o blog de engenharia do Perplexity. Segundo a documentação do Perplexity, o Perplexity-User visita a página quando um usuário pergunta e geralmente ignora o robots.txt. Por isso, bloqueá-lo ali tende a não ter efeito.
Google AI Overviews e AI Mode
O Google apoia seus recursos de IA nos sistemas de ranqueamento da Busca. A página precisa estar indexada e elegível a snippet; o Google diz que não há requisito adicional.
Os dois recursos podem usar query fan-out, com várias buscas sobre subtemas. Para “como consertar um gramado cheio de ervas daninhas”, o modelo pode buscar “melhores herbicidas para gramados”. Uma página que responde bem a uma subpergunta pode ser citada sem ranquear para a pergunta original.
Quais táticas de GEO têm evidência?
As táticas com mais evidência são citar fontes, incluir aspas e adicionar estatísticas, que lideraram o benchmark de Princeton. Estudos de 2025 e 2026 reforçam clareza, resposta no início da página, formato pergunta e resposta e frescor. Esses estudos recentes são observacionais: mostram o que as páginas citadas têm em comum.
O que o estudo de Princeton provou, e o que não provou
O GEO-bench reúne 10 mil consultas de nove fontes, 80% delas informacionais. O efeito varia por domínio: estatísticas rendem mais em temas jurídicos e de governo; fontes, em perguntas factuais.
Citar fontes elevou em 115,1% a visibilidade de sites em 5º lugar na SERP. O 1º colocado perdeu 30,3% em média.
Os testes são de 2023. A validação real usou o Perplexity da época e não incluiu os Google AI Overviews nem o ChatGPT atuais.
O que os estudos de 2025 e 2026 acrescentam
A Semrush comparou 304.805 URLs citadas por IA com 921.614 que apenas ranqueiam no Google. Lideraram clareza (+32,83%), sinais de E-E-A-T (+30,64%) e formato pergunta e resposta (+25,45%). Num estudo da Ahrefs, extensão e posição da citação nos Google AI Overviews tiveram correlação de 0,04, praticamente zero.
Em 1,2 milhão de respostas do ChatGPT analisadas por Kevin Indig, 44,2% das citações vieram dos primeiros 30% da página. Esses números são correlação, não causa: descrevem páginas citadas, sem garantir que copiar o formato gere citação.
Antes e depois: como reescrever uma seção para ser citada
Antes (sem dado, sem fonte, sem resposta):
O GEO está mudando a forma como as marcas pensam a presença digital. Cada empresa precisa avaliar o que faz sentido.
Depois (resposta primeiro, estatística, fonte nomeada):
GEO é a otimização de conteúdo para ser citado em respostas de IA. No estudo que criou o termo, citar fontes, incluir aspas e adicionar estatísticas elevou a visibilidade em até 40%. Na métrica de palavras citadas ponderada pela posição, o ganho relativo foi de 30% a 40%. Na impressão subjetiva, foi de 15% a 30%. Fonte: Aggarwal et al., KDD 2024.
O que NÃO funciona em GEO
Três táticas populares não têm evidência de gerar citações: llms.txt, keyword stuffing e schema como atalho. No paper de Princeton, keyword stuffing ficou 10% abaixo do texto sem otimização no teste com o Perplexity. O efeito do tom comercial ainda é ambíguo.
llms.txt
O Google diz que arquivos de texto para IA não ajudam nem prejudicam, porque a Busca os ignora. A Ahrefs analisou 137.210 domínios: 28% publicam llms.txt, e 97% desses arquivos não receberam requisição em maio de 2026.
John Mueller, do Google, foi direto:
“Até onde sei, nenhum serviço de IA declarou usar o llms.txt.”
John Mueller, Google (2025)
Segundo ele, os logs de servidor mostram que esses serviços nem consultam o arquivo.
Schema como atalho
O Google afirma que não há schema.org especial a adicionar. A Ahrefs acompanhou 1.885 páginas que adicionaram JSON-LD, contra 4.000 de controle. Nos Google AI Overviews, as citações variaram -4,6%; no AI Mode, +2,4%; no ChatGPT, +2,2%. Segundo a Ahrefs, adicionar schema não gerou ganho relevante em nenhuma plataforma.
Tom promocional: evidência ambígua
No estudo da Semrush, “tom não promocional” teve associação negativa de -26,19% com a citação. Os autores não leem isso como preferência por linguagem comercial. A hipótese deles: textos de copywriters profissionais costumam ser bem estruturados e úteis. Não há base para remover linguagem comercial nem para adotá-la como tática.
Como começar com GEO: passo a passo para agências e marcas
Comece pelo acesso técnico, depois pela linha de base e só então pelo conteúdo. Nenhuma reescrita gera citação se o robô do motor não entra no site. Nenhuma métrica vale sem prompts fixos. Os passos seguem a ordem acesso, medição, conteúdo e revisão.
- Audite robots.txt, CDN e logs. Libere OAI-SearchBot, PerplexityBot, Claude-SearchBot e Claude-User. GPTBot e ClaudeBot servem ao treino; bloqueá-los é decisão do cliente e não impede a busca. Bloquear o Google-Extended não afeta a Busca do Google, mas tira o conteúdo do grounding nos apps Gemini, segundo a documentação do Google. Confirme nos logs se esses agentes visitam o site.
- Cadastre o site no Bing Webmaster Tools. Envie o sitemap e ative o IndexNow. No Bing, sinais de frescor influenciam a rapidez com que atualizações chegam às respostas de IA. Veja por que o Bing Webmaster Tools importa para aparecer no ChatGPT.
- Monte a lista de prompts. Reúna de 30 a 50 perguntas reais do cliente (recomendação nossa). Inclua as consultas derivadas do fan-out, que o Google descreve. Inclua comparações: 45,2% dos brasileiros que usam IA na compra comparam opções, segundo a Neogrid.
- Rode a linha de base. Execute cada prompt ao menos três vezes em cada motor. Registre menção e citação com link, que são métricas distintas. Use colunas fixas: data, motor, prompt, execução, marca mencionada, URL citada e concorrentes citados.
- Priorize páginas. Comece pelas já indexadas e elegíveis a snippet que respondem aos prompts de maior valor.
- Reescreva no padrão citável. Ponha uma resposta direta e curta sob cada H2; recomendamos de 40 a 60 palavras. Use estatística com fonte, uma das táticas que lideraram o benchmark de Princeton. Na Trakkr, 40% das páginas mais citadas têm tabela, contra 28,2% da metade inferior.
- Trabalhe mídia própria e de terceiros. Em case próprio, a Semrush atualizou páginas próprias e conteúdo em outros domínios. Em dois meses, seu share of voice em IA subiu 146%.
- Atualize as páginas prioritárias. Revise a cada trimestre. Na SE Ranking, páginas atualizadas nos últimos três meses tiveram em média 6 citações do ChatGPT, contra 3,6 das desatualizadas.
- Repita a medição e reporte. Compare o share of voice por motor com a linha de base. Reporte presença na resposta junto com o tráfego.
Como medir GEO?
GEO se mede com quatro métricas por motor: visibilidade, citações, share of voice e tráfego de referência. Visibilidade é o percentual de respostas que mencionam a marca. Citação é a resposta que cita o domínio como fonte. Como as respostas podem variar entre execuções, o protocolo exige prompts fixos, repetições e data registrada.
O share of voice divide as menções da marca pelo total da categoria, vezes 100. Semrush, Ahrefs e Profound usam variações desse cálculo, então compare dentro da mesma ferramenta.
Recomendamos um protocolo mínimo mensal: 30 a 50 prompts fixos e três execuções por prompt em cada motor. Com 40 prompts e cinco motores, são 600 respostas por cliente a cada ciclo. Na pesquisa da Semrush com 481 profissionais de marketing, 40% ainda checam a presença da marca digitando prompts à mão. Veja como medir menções e citações da sua marca em IA.
Para o tráfego, o Search Console tem o relatório Generative AI performance. O Bing Webmaster Tools tem o AI Performance, com URLs citadas e grounding queries.
Em maio de 2026, o ChatGPT atualizou seus links. Depois disso, a home page passou de 26% a 29% para 62% a 63% do tráfego de referência do ChatGPT, segundo a Similarweb. A Similarweb não informa a geografia desse dado.
O volume ainda é pequeno: segundo a Conductor, a IA gerou 1,08% do tráfego em 13.770 domínios.
O que encontramos ao analisar quem o Google cita para “o que é GEO”
Em setembro de 2026, analisamos as 8 páginas que o Google mais mostra para “o que é GEO”. São elas: Conta Azul, RD Station, Alura, Neil Patel BR, HubSpot BR, Locaweb, Agência Mutum e Layer Up. Só 3 das 8 trazem dado próprio: RD Station, Neil Patel BR e HubSpot BR.
Nenhuma mede visibilidade de marcas brasileiras em IA. Das outras 5, 4 repetem estatísticas de terceiros, muitas vezes de segunda mão; a Layer Up não traz nenhum número. A Locaweb cita 15 números, e 11 vêm “via AM9 Digital”. Só 3 das 8 mencionam o estudo acadêmico que criou o termo. Nenhuma linka o paper ou explica seus limites. O dado “30% a 40%” aparece em 3 páginas sem contexto.
Quer saber como sua marca aparece hoje nas respostas de IA?
A NotHuman monitora menções e citações no ChatGPT, Perplexity, Google AI Overviews, Gemini e Claude.
Fontes principais
- Aggarwal et al., paper “GEO: Generative Engine Optimization”, versão aceita na KDD 2024 (2024).
- Duke Fuqua, The CMO Survey 2026: Highlights and Insights Report (2026).
- Branch, pesquisa com 300 líderes de marketing sobre busca por IA (2026).
- Semrush, pesquisa com 481 profissionais sobre integração entre SEO e busca por IA (2026).
- RD Station, Panorama de Marketing e Vendas 2026 (2026).
- Exame, reportagem sobre o estudo Prompt-me, da Fbiz e On The Go (2026).
- OpenAI, Ampliando a presença da OpenAI no Brasil (2026).
- StatCounter Global Stats, participação de mercado dos buscadores no Brasil (2026).
- Pew Research Center, cliques em links quando o Google mostra um resumo de IA (2025).
- Seer Interactive, impacto dos AI Overviews no CTR do Google, atualização de setembro de 2025 (2025).
- Semrush, AI Search SEO Traffic Study (2025).
- Semrush, estudo comparando URLs citadas por IA com URLs que só ranqueiam no Google (2026).
- Ahrefs, estudo sobre llms.txt em 137 mil domínios (2026).
- Ahrefs, estudo com 1.885 páginas que adicionaram schema (2026).
- Conductor, The 2026 AEO / GEO Benchmarks Report (2026).